clínica clandestina de aborto

Polícia descobre clínica clandestina de aborto em Paulistana e prende três pessoas

A denúncia foi recebida pela Delegacia Regional de Paulistana, que descobriu a existência da suposta clínica clandestina

Cidade Modelo 16 maio 2018 13:48

Um local onde supostamente eram realizados abortos clandestinos foi descoberto pela Polícia da cidade de Paulistana, três pessoas suspeitas de conduzir os procedimentos foram presas na manhã desta quarta-feira (16). O caso foi descoberto após denúncias de uma adolescente, que teria sido obrigada pelo namorado, também menor de idade, a passar por um aborto.

De acordo com o major Felipe Oliveira [foto acima], comandante da Polícia Militar de Paulistana, o caso foi denunciado há alguns dias pela adolescente, que tem idade entre 16 e 17 anos. A menina relatou aos policiais que era coagida por ameaças do namorado.“O procedimento foi feito em Paulistana e houve uma complicação, e ela teve que ser levada para o Hospital de Picos, onde foi identificada a tentativa de aborto”, contou o major Felipe.

No entanto o procedimento não interrompeu a gravidez da adolescente, e o namorado teria continuado a ameaçá-la para que fizesse outra tentativa. “Foram as constantes coações do namorado que a levaram a procurar a Polícia”, disse o major.

A denúncia foi recebida pela Delegacia Regional de Paulistana, que descobriu a existência da suposta clínica clandestina. Três pessoas que foram presas durante a operação são suspeitas de operar a suposta clínica: a técnica de enfermagem Vilma Inocência Ribeiro e duas pessoas apontadas como auxiliares, identificadas como Jéssica Rita da Conceição e Cleiton Rodrigues de Oliveira.

No local foram apreendidos diversos equipamentos que seriam usados nos procedimentos para induzir o aborto. A clínica clandestina funcionava em uma casa localizada próximo ao centro de Paulistana. “Não foi um local preparado apenas para aquele procedimento. Então ao que tudo indica era um local onde reiteradamente se praticava esse crime”, disse o major Felipe.

Ainda segundo o major, uma medida judicial deve ser pedida pela investigação para a apreensão do adolescente apontado como namorado da vítima. “Isso deve acontecer durante o inquérito. Ele ainda não foi apreendido por ser menor de idade”, disse.

 

Fonte: G1 Piauí

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