Acusada de explorar crianças e adolescentes os convencia de que era uma ‘deusa’

Cidade Modelo 8 Fevereiro 2018 14:10

Delegado afirma que um inquérito será aberto para investigar o caso envolvendo líder de seita

“Ela fazia o recrutamento desses adolescentes em situação de vulnerabilidade e os convencia que ela realmente era uma ‘deusa’, inclusive fazia casamentos simbólicos entre eles”, comenta o gerente de polícia especializada, delegado Jetan Pinheiro, sobre o caso envolvendo Maria Ozana.

Ela foi presa, nesta quarta-feira (07), acusada de liderar uma espécie de seita onde ela explorava crianças e adolescentes no Piauí.

Delegado Jetan Pinheiro (Foto: Wilson Nanaia / Portal AZ)

Segundo o delegado, o Conselho Tutelar em parceria com a Polícia Militar, constatou uma situação análoga à escravidão, em que as crianças e adolescentes eram coagidas a fazer caminhadas de até 100 quilômetros em jejum e a produzir e vender cocadas. O dinheiro das vendas era destinado integralmente à mulher.

Segundo o gerente de polícia especializada, delegado Jetan Pinheiro, a acusada com ajuda de mais duas mulheres faziam o recrutamento dessas crianças e adolescentes em Teresina e Campo Maior, as explorações aconteciam na zona rural do município de Campo Maior.

A delegada responsável pelo caso irá abrir um inquérito para investigar a situação e se houver  a necessidade a prisão preventiva será decretada. Quatro adolescentes já foram ouvidos. Maria Ozana negou as acusações.

PortalAZ

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